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HOME / TERMALISMO JÚNIOR / AFONSINHO/AMELINHA

Afonsinho e Amelinha, os Heróis do Termalismo Júnior

Foram criados dois heróis, o Afonsinho e a Amélinha que procuram desenvolver laços de afectividade com as crianças, integrando-as nos programas termais e explicando-lhes, através dos mais diversos suportes, a componente ecológica e natural dos tratamentos.

E dando-lhes, ao mesmo tempo, a conhecer a bela envolvente natural que enquadra a vila termal.

 
Eu sou o Afonsinho…
Um alegre e saltitante sapo!


Sapo? Não. Rã. Sabiam que aqueles bonecos a que normalmente chamamos sapos, como o Cocas, o do portal Sapo da Internet e até mesmo o nosso amigo Afonsinho, na vida real, são todos rãs? As rãs são aqueles bichinhos divertidos, os mais característicos do grupo dos anfíbios. As rãs nascem e vivem dentro de água, sob a forma de girinos, até se tornarem naqueles bicharocos malucos que vemos, a maior parte das vezes, à volta dos charcos, lagos e rios aos pulos e a coaxar. Ainda há mais. Sabiam que para respirar, as rãs precisam mais da pele do que dos pulmões? É que se o bichinho não respirar pelos pulmões, consegue sobreviver na mesma, porque também respira pela pele, mas, se for ao contrário, morre. A pele das rãs tem que estar sempre húmida. E, como algumas pessoas sabem ver as condições meteorológicas pela pele das rãs, dizem que elas são as profetas da chuva.

O nosso Afonsinho descende do grande D. Afonso Henriques, o Pai da Pátria portuguesa que viveu entre os anos 1109 e 1185. D. Afonso Henriques, bravo guerreiro ferido numa batalha, veio para S. Pedro do Sul descansar e fazer tratamentos nas termas. Por isso, ele é recordado ainda hoje, porque o primeiro Rei de Portugal sabia que as termas são uma coisa boa para descansar, brincar e, ainda por cima, fazem bem. Para saberes como é que o nosso Afonsinho descende do grande Afonso Henriques, lê a história que te contamos na primeira edição da revista Afonsinho e Amelinha.
 

Eu sou a Amelinha…
Uma fêmea Castor muito esperta!


Toda a gente sabe que aqueles simpáticos animaizinhos que têm umas grandes dentuças e que constroem açudes, represas ou pequenas barragens nos rios se chamam castores. Estes engenheiros castores são mamíferos semiaquáticos que conseguem ficar debaixo de água sem respirar até 15 minutos e, porque passam bué tempo dentro de água, nascem com membranas nas patas traseiras e uma cauda que serve de leme e remo para os ajudar a nadar mais depressa. Mas, apesar de só comerem cascas e folhas de árvores, sobretudo salgueiros, álamos e bétulas, são um bocadinho barrigudos (chegam a pesar entre 20 e 30kg) e quando saem da água não andam nada depressa. Põem primeiro uma pata no chão, depois a outra e lá vão eles, bem devagarinho, com a pança a arrastar pelo chão.

A nossa Amelinha, com aqueles dentes, não descende da Rainha D. Amélia, linda e prendada. Não, não pode ser. Ou pode? Pode, pode. A Amelinha só pode ter orgulho na sua rainha que veio por duas vezes às Termas de S. Pedro do Sul fazer tratamentos, mesmo no final do século XIX. A nossa Amelinha também é doce e generosa como a rainha e, bem vistas as coisas, também é bonita.
 

 
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