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1ªs. JORNADAS DE SAÚDE
TERMAL,
REALIZADAS ESTE FIM-DE-SEMANA NAS TERMAS
DE S. PEDRO DO SUL, TIVERAM PARTICIPAÇÃO DE
DEZENAS DE DOENTES COM ARTRITE REUMATÓIDE
E MÉDICOS REUMATOLOGISTAS…
“ EFEITOS MEDICINAIS DAS ÁGUAS TERMAIS TÊM BASE
CIENTÍFICA”,
SUBLINHOU O DR. AIRES
LEAL
· DIVERSOS TESTEMUNHOS DE DOENTES COM ARTRITE
REUMATÓIDE, COM CURAS TERMAIS ANUAIS REALIZADAS NAS
TERMAS DE S. PEDRO DO SUL, CONFIRMAM INTERRUPÇÃO
PERMANENTE DO CONSUMO DE MEDICAMENTOS…
“
As águas termais, minero-medicinais, são o
medicamento há mais tempo experimentado na história
da humanidade, com mais de dois mil anos! Desde
1988, entraram definitivamente na era científica
global, com o reconhecimento da Organização Mundial
de Saúde”, sublinhou o Dr. Aires Leal, médico de
medicina interna e director clínico das Termas de S.
Pedro do Sul, num dos momentos altos das 1ªs.
Jornadas de Saúde Termal, focalizadas nas curas
termais na artrite reumatóide, organizadas este
fim-de-semana, pela ANDAR e pelas Termas de S. Pedro
do Sul.
“Os
efeitos medicinais das águas termais” destacou o
Dr. Aires Leal, “ não são passes de magia
nem resultam de milagres de origem desconhecida; são
fenómenos científicos, com explicações científicas,
mundialmente reconhecidos e a que apenas falta, nos
dias de hoje, uma maior divulgação. E é nisso que
estamos a trabalhar”, sublinhou o director
clínico das Termas de S. Pedro do Sul.” Queremos
dar a conhecer a todos e a cada um dos 2,5 milhões
de pessoas com doenças reumáticas e dos 1,5 milhões
com doenças respiratórias existentes em Portugal,
que existe uma opção natural disponível, capaz de
lhes garantir uma renovada qualidade de vida, fora
da dependência total do consumo de
anti-inflamatórios e que pode mesmo
proporcionar-lhes uma cura total: as águas termais,
designadamente nas doenças referidas, as águas das
Termas de S. Pedro do Sul”, concluiu o Dr.
Aires Leal na sessão pública das Jornadas, que
contou com a participação de largas dezenas de
doentes com artrite reumatóide de todo o país e
termalistas a realizar, nesta altura, as suas curas
termais nas Termas de S. Pedro do Sul.
ARTRITE REUMATÓIDE ATINGE 40 000 PORTUGUESES
O médico
reumatologista Dr. António Vilar,
secretário-geral da Associação Nacional de Doentes
com Artrite Reumatóide (ANDAR), referiu na sua
intervenção, o perfil da artrite reumatóide em
Portugal e no mundo, destacando a existência de 40
000 portugueses com esta doença reumática, causadora
de incapacidade laboral e de muitas reformas
antecipadas, apontando a existência de novos
instrumentos de medida mais eficazes, que permitem
uma detecção mais precoce da doença e uma avaliação,
também mais rigorosa, da sua evolução. O Dr.
Adriano Neto, também médico reumatologista e
presidente da mesa da assembleia-geral da ANDAR,
referiu, na sua intervenção, o papel das águas
termais na artrite reumatóide. Apresentaram também
comunicações, a presidente da ANDAR, Arsisete
Saraiva, o presidente da administração da
Termalistur, Alexandre e Sousa e o
vice-presidente da câmara municipal de S. Pedro do
Sul, Adriano Azevedo.
O Dr.
Rui André, presidente da Sociedade Portuguesa de
Reumatologia, participou ainda num dos momentos
especiais das Jornadas, o da visita conjunta dos
médicos reumatologistas convidados, com os médicos
do Corpo Clínico das Termas de S. Pedro do Sul, aos
dois balneários das termas, contactando com as
técnicas termais desenvolvidas nas curas termais, em
especial nas doenças reumáticas.
“FAÇO
TERMAS HÁ ONZE ANOS E HOJE NÃO TOMO QUALQUER
MEDICAMENTO”
As
Jornadas ficaram ainda impressivamente marcadas, por
diversos testemunhos de doentes com artrite
reumatóide. Doentes, antes absolutamente dependentes
de medicação básica e de anti-inflamatórios, da qual
hoje se libertaram, em resultado da prática de curas
termais anuais ou semestrais, conforme os casos, nas
Termas de S. Pedro do Sul e que não quiseram perder
a oportunidade de divulgarem os seus testemunhos
vivos, junto de doentes com artrite reumatóide, mas
ainda desconhecedores das capacidades medicinais
destas águas termais. Entre diversos testemunhos,
registo para a termalista Maria de Fátima que
disse fazer termas em S. Pedro do Sul há onze anos:
“ Inicialmente
estava totalmente dependente de medicamentos; hoje,
não tomo qualquer medicação, anti-inflamatória ou
básica e faço anualmente a minha cura termal, não
tendo quaisquer fluxos febris ou queixas de falta de
mobilidade.”
As 1ªs.
Jornadas de Saúde Termal encerraram com uma visita
guiada dos participantes, doentes com artrite
reumatóide, aos dois balneários das Termas de S.
Pedro do Sul. E ficou patente, pelas muitas
perguntas formuladas no decorrer da visita, que
tinham sido atingidos os principais objectivos das
Jornadas: divulgar a opção termal, democratizando o
seu acesso a milhões de portugueses atingidos por
doenças reumáticas e respiratórias.
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